24 dezembro, 2008

Para Os Que Ainda Acreditam

Incluindo o "crente da súcia", aqui ficam os meus votos de boas festas e de um ano novo repleto de insucessos desportivos. Em nome do Anthony, do Lewis e do espírito McLaren. Hamilton.

Hilariante Natal!

23 dezembro, 2008

Disco : Dennis Wilson - Pacific Ocean Blue (Legacy Edition)

Os meus co-bloggers são, como é sabido, ateus. Versão XTC (o Bruno), ou adolescente (o Ervi). A mim cabe-me ser o único crente desta súcia. E se tenho ocasionalmente crises de Fé, há epifanias que a ressuscitam.

Em Setembro de 1977, Dennis Wilson (baterista dos Beach Boys) lançou Pacific Ocean Blue, o seu único disco a solo. Esta "Legacy Edition" contém o dito álbum em CD, com algumas faixas extra, e contém um disco bónus com algumas das músicas gravadas para "Bambu", o sucessor que não chegou a ser editado.

É cativante, este disco. Longe das harmonias vocais dos Beach Boys, tem uma beleza primitiva, quase visceral. E ao ouvir o belíssimo "Holy Man", aqui em duas versões (uma cantada, outra instrumental), olhando para a fotografia da capa, não posso deixar de pensar: é Natal, Jesus nasceu! Festas Felizes a todos os visitantes deste blog.

Livro : Things the Grandchildren Should Know (Mark Oliver Everett)


Conhecido entre os amigos simplesmente por E, este Mark Oliver Everett é o responsável por uma banda de alinhamento muito variável que dá pelo nome de Eels, e este é o primeiro volume das suas memórias. Pode parecer um pouco estranho o moço sentir necessidade de contar ao mundo aquilo porque passou até hoje, mas tenho de lhe dar toda a razão ao dizer que não sabe o que o espera amanhã, e como único sobrevivente da sua família, faz todo o sentido que tenha uma visão muito realista da vida (ou do fim dela).

O livro vem confirmar aquilo que quem goste da banda já suspeitava: E é um músico incrivelmente integro, que não se preocupa com fazer a música que os outros (sejam eles quem forem) estão à espera que faça. Como resultado principal dessa integridade, o lançamento de quase todos os seus discos foi uma batalha cerrada com as suas editoras, mas ele nunca cedeu um centímetro nas suas ideias. Ele faz e sempre fez música porque é o seu escape. É a única coisa que o ajuda em momentos em que se sente infeliz e parece ser toda a razão da sua existência. Mas o livro não se esgota com esta faceta. Muito mais interessante é toda a perspectiva que E tem da vida e dos seus valores. E é claro que está pejado de pequenas pérolas de bastidores, como a descrição de uma tentativa de dueto à distância com Tom Waits.

Quanto à escrita, E tem a perfeita noção que não é um escritor profissional, e por esse motivo opta inteligentemente por uma forma muito próxima do coloquial, na qual o seu sentido de humor e ironia conseguem brilhar, fazendo com que o livro se torne completamente devorável. Totalmente obrigatório para quem goste da banda, muito recomendado para as restantes pessoas.

21 dezembro, 2008

Something for the Weekend XVIII

É o desespero! Procurei, procurei, procurei, mas não há mesmo nenhuma novidade de jeito para vos trazer esta semana. Anda toda a gente a pensar nas prendas e a fazer aquelas listas sempre incompletas dos melhores discos do ano. E o pior é que muito provavelmente para a semana estaremos na mesma. Resumo-me assim a apresentar uma notícia interessante e esperar por melhores dias...


Antony and the Johnsons - Another World

Não gosto lá muito do vídeo (nem dos restantes deste senhor), mas gosto da música e adoro a interpretação dele. Este destaque serve essencialmente para vos informar (se ainda não o souberem) que temos concertos nos Coliseus em Maio (14 em Lisboa, 18 no Porto). Não vos dei a notícia mais cedo porque queria garantir o meu bilhete antes que fossem todos a correr comprar o vosso imediatamente após a leitura destas linhas. E depois do excelente EP deste final de ano a que o tema acima dá o nome, também temos álbum novo (The Crying Light) a 19 de Janeiro.

12 dezembro, 2008

Something for the Weekend XVII


Fujiya & Miyagi - Sore Thumb

Já por aqui vos tinha falado destes senhores numa fase em que ainda estava em descoberta. Posso agora acrescentar que o disco deste ano - Lightbulbs - não indo resolver nenhum problema no mundo, ouve-se muito bem. As letras nonsense e os vocais murmurados de David Best fazem maravilhas pelo nível de coolness da coisa. Este vídeo também é bastante melhor do que o anterior...


Blur - Coffee & TV

Depois de anos a tentarem convencer o Graham Coxon a voltar à banda, foi anunciado esta semana que os Blur estão em estúdio e a ensaiar para um conjunto de concertos a realizar lá para meados do próximo ano. Confesso que o meu interesse não reside muito nestes (já os vi 2 vezes - com e sem o Coxon - e nenhuma delas me convenceu particularmente), mas sim na eventualidade de sair desta junção um novo disquito!


Patrick Wolf - Bluebells

Também nas notícias anda o jovem Patrick Wolf, que informou que o seu próximo disco se chama Battle é duplo, e que precisa de dinheiro para o gravar. Para este efeito aposta num novo modelo de negócio chamado Bandstocks em que as pessoas podem investir dinheiro nos músicos. Para quem invista estão desde já prometidos bilhetes para concertos, edições limitadas, etc.


Os Contemporâneos - Saberão que estamos no Natal?

Volto a terminar com uma canção de Natal, pela mão dos actuais lideres indiscutíveis do humor em Português. Riam que faz bem!

11 dezembro, 2008

Parabéns, Mestre...

pelo primeiro lugar, e por teres trazido o Suazo.

Parabéns, Mestre...

por cem anos de vida, e pelos filmes.

7PP : Sr. Peles

Para aqueles que não estavam à espera que eu começasse de imediato a avacalhar esta rubrica, deixem-me vos dizer que têm demasiada fé em mim.
O Sr. Peles, famoso pelo seu prepúcio desmesurado (faz de conta), é um cromo recorrente nas pilhas de singles votados à indiferença por esse país fora. Figura de proa do faduncho popularucho e ordinareco do pós-revolução, Domingos Pereira é dotado de uma estampa física inconfundível, de uma dicção à Jorge Jesus e é um dos (muitos) avós biológicos do movimento "Pimba".
Seleccionei esta capa por causa do autocarro. O clássico 50 da Carris que fazia o percurso Algés - Cabo Ruivo e que durante quase duas décadas me levou por motivos desportivos, pessoais, universitários e profissionais até ao Campo Grande e de volta são e salvo.
Destaque ainda para a quarta e última música deste EP, uma pérola que dá pelo nome de "Vê Lá Se Te Dobras" e que ao som do tradicional Malhão contém o precioso verso: "olarilólé, não andas a pé, nem dobras a espinha!".
Se vos parecer que fui demasiado duro e crítico para com o Sr. Peles, não pensem que tenha a ver com qualquer tipo de snobismo ou com uma esmagadora superioridade intelectual. Não, nada disso, o problema é mesmo a segunda cançoneta "Benfica em Munique" que zomba com os 5 a 1 encaixados pelo Glorioso na noite de 17 de Março de 1976. E esse mau gosto é imperdoável, e como tal, quase 33 anos depois, aqui estou eu a servir a vingança fria.

09 dezembro, 2008

7 Polegadas de Prazer

Esta nova rubrica do Contracultura pretende prestar vassalagem a esse objecto mítico da música e do coleccionismo que é o 7 polegadas. Mais conhecido entre nós como o single, o 45 rotações, o EP ou "um disco dos pequenos", poucos haverá de entre vós que nunca tenham travado contacto intimo com, pelo menos, um exemplar.

Durante muitos anos considerado como a versão para crianças do LP, o single resistiu a tudo e hoje para além de ser o formato de eleição dos grandes coleccionadores é também o meio de promoção preferido de muitos dos novos artistas que procuram criar um culto de seguidores.

Deliciem-se então com esta apresentação (a minha e a do Camané!). Ah! Fadista!

PS: Apesar do que o título deste post possa sugerir, 7 polegadas é o diâmetro de um single em vinil e não a altura do Camané

08 dezembro, 2008

Blog : I paint in Reverse PoEms

A minha mais-que-tudo, mãe-das-minhas-filhas, lua-da-minha-vida, companheira-de-viagem-acidentada, decidiu-se finalmente a fazer o seu próprio blog, com o objectivo de nos expor à sua arTe (em tela e em texto). Já a tinha convidado para se juntar aqui aos três mosqueteiros (seria o nosso D'Artagnan?), mas se calhar não era muito boa ideia porque iria destoar um pouco (não só pela diferença de sexo, mas também pela seriedade dos seus textos).

Façam o favor de lá ir, mas sejam bonzinhos com ela, porque é uma rapariga muito sensível ;-)

Concerto : Super Bock em Stock

Para os distraídos (e nitidamente pouco fieis a este blog), o SBES foi um festival em cinco salas em simultâneo em plena Baixa de Lisboa (S. Jorge 1 + 2, Tivoli, Maxime e Variedades), pensado para apresentar bandas menos conhecidas aos lucky few, que quisessem andar a passear em duas noites de Inverno. Como já devem ter percebido pelo facto de estar a escrever estas linhas: eu estive lá.

Dia 1 (3/12)

Comecei por passar pelo Maxime e ver um pouco de Jack Rose. O ex-guitarrista dos Pelt, estava a tocar acústico e a solo e, apesar de uma apreciável técnica, eu não estava propriamente virado para aquele estilo. Depois, e apesar das diversas escolhas possíveis (Ladyhawke, Caravan Palace e Os Pontos Negros), decidimos dirigir-nos logo para Tivoli que seria o local do prato forte da noite (já lá iremos). Aí presenciei um concerto razoável de José James, acompanhado por uma boa banda de jazz clássico, estilo em que tenta incorporar referências mais modernas como o hip hop. Confesso que o jazz não é propriamente o estilo que mais me conta (dá-me sempre a sensação que já foi quase tudo dito pelos grandes do passado), e parece-me que as notas modernizantes de que James tenta infundir servem mais para irritar do que para inovar. De qualquer forma passou-se bem o tempo (sempre foi melhor do que ficar na rua à chuva).

O dito do prato forte da noite foi a estreia em palcos nacionais da Santogold. Acompanhada apenas por um DJ e duas bailarinas robóticas, a Santi conseguiu com muita facilidade animar a plateia, e foi um espectáculo muito divertido. Essencialmente percorreu grande parte do seu disco de estreia, com a enorme mistura de estilos que neste vive, e ainda houve espaço par um cover (pouco convincente) de Guns of Brixton dos Clash. No final tivemos Creator a terminar a festa com direito a uma mini invasão de palco. Apesar de toda a exuberância, e do conceito das bailarinas que não alteraram a sua expressão facial nem um segundo durante o concerto, tive alguma dificuldade em encontrar alma na coisa. Talvez pela ausência de uma banda a sério em palco, talvez pelo próprio material de origem, o facto é que o concerto ficou um pouco aquém das minhas expectativas.

Dia 2 (4/12)

Para o 2º dia o panorama estava bastante mais fácil, uma vez que decidimos concentrar as nossas atenções numa só sala - o teatro Variedades. Não é que não houvesse mais coisas interessantes para ver, mas todos os concertos deste espaço eram interessantes. E foi uma aposta bem ganha...

Começando pelo por aqui muito badalado concerto da Lykke Li, em que as minhas expectativas foram facilmente superadas. A simplicidade com que as músicas foram gravadas no seu disco de estreia, presta-se a toda a espécie de variações ao vivo, e isso é aproveitado com uma mestria que falta a muita gente com o dobro da sua idade. Também houve lugar a covers (desta vez totalmente convincentes) de Cape Cod Kwassa Kwassa dos Vampire Weekend e Can I Kick It dos A Tribe Called Quest, e uma mini invasão de palco com 3 espectadores a serem chamados ao palco para "ajudar" na percussão. E quando a meio do Little Bit apontou para mim (e para os 200 marmanjos atrás de mim) e cantou Cause I would do anything, Anything, To have you as my man, confesso que senti o coração a acelerar e os joelhos a fraquejar. Para mim um dos concertos do ano, e que confirma que esta senhora tem todas as condições para se tornar um caso muito sério...

Seguiram-se os Zita Swoon, que já tinha visto há uns anos na Aula Magna, mas que mesmo assim me conseguiram surpreender. Assim que as pessoas abandonaram o concerto anterior (provavelmente para se dirigirem para o Tivoli e tentarem ver os The Walkmen que parece que também foi muito bom), a própria banda montou um mini-palco no centro da plateia, com todos os instrumentos virados para o centro, enquanto o público se colocou à volta, ou em cima do palco (como foi o meu caso). O concerto foi um exemplo brilhante do caldeirão de estilos que a banda domina: rock, jazz, blues, música Africana, chanson Francesa, parece que tudo cabe no espaço desta banda, que estava visivelmente a divertir-se tanto como a sua assistência. A única coisa menos feliz foi a duração: passados os 60 minutos regulamentares, Stef Kamil Carlens e companhia tiveram de arrumar o palco, apesar da insistência do público (e deles próprios) em continuar.

Para terminar a noite, que já estava de barriga cheia, ainda houve espaço para os tugas X-Wife. Também já os tinha visto "por alto" num festival qualquer, mas nitidamente funcionam melhor em espaços mais pequenos. Com muita energia e com todos os membros a darem o seu melhor, foi um bom concerto de rock muito profissional e a fechar de forma muito agradável uma grande noite. Os problemas que achei neste concerto, foram os mesmos que encontro nos seus discos: parecem ter alguma dificuldade em alterações de ritmo e o falsetto constante de João Vieira tornam-se um pouco cansativos ao final de 4 ou 5 temas. Uma maior junção de influências ainda os poderá tornar uma grande banda. Também aqui houve um convite à invasão de palco (pelos vistos está na moda), mas os seguranças não permitiram, tendo como vingança Fernando Sousa (o baixo) saltado para a plateia no último tema.

Conclusões

O formato deste festival é muito interessante: os espaços pequenos facilitam a proximidade entre o público e os músicos, resultando concertos potencialmente intimistas e únicos, e permite a vinda a Portugal de alguns artistas para os quais um concerto em nome próprio poderia não ser economicamente viável. Este formato poderia inclusivamente ser utilizado para fazer showcases regulares de grupos Portugueses, que muitas vezes passam praticamente despercebidos. Também parece que para o ano haverá mais, com alargamento a mais algumas salas. Veremos se o programa se mantém ao nível.

05 dezembro, 2008

Something for the Weekend XVI


LCD Soundsystem - New York, I Love You, But You're Bringing Me Down

Se já anteriormente achava esta faixa do 2º LCD completamente irresistível na sua nostalgia decadente das baladas em crescendo do Bowie e do Reed de 70's, este vídeo duplica a nostalgia pelo efeito Kermit, e acrescenta-lhe uma boa dose de humor que joga impecavelmente com o tom irónico de James Murphy. Entretanto parece que temos novo projecto de banda a editar material novo no próximo ano. Venha de lá que já se faz tarde...


Amanda Palmer - Leeds United

Tinha-me prometido não vos chatear mais com a Amanda, mas achei a notícia divertida demais para não lhe dar destaque (e na realidade continua a não haver grande coisa nova para divulgar). Quando o vídeo acima foi apresentado à editora (a teoricamente punkish Roadrunner), quiseram alterar o vídeo por forma a torna-lo mais sedutor e chegaram mesmo a dizer-lhe "i’m a guy, amanda. i understand what people like." (com idiotas destes à frente da indústria, não admira que ande tudo pelas ruas da amargura. A Palmer manteve a sua posição e recusou-se a alterar o vídeo e escreveu coisas giras no seu blog, como por exemplo: "they’re barking up the wrong tree if they think they can katy perry or avril lavigne me into the walmarts of the world", o que levou os fãs a criarem um movimento pró-barrigas chamado Rebellyon. Confusos? Não se preocupem, tudo ficará mais claro se lerem a notícia escrita por jornalistas a sério aqui.

04 dezembro, 2008

Priceless

Ó LR, então com essa idade ainda acreditas no Pai Natal? Francamente, saíste-me cá um anjinho!

29 novembro, 2008

Something for the Weekend XV

Apesar da avaria no computador de que o Ervi fala abaixo, vivo numa casa muito ligada onde existem pelo menos 3 computadores, 3 consolas de jogos e 4 telemóveis (um deles com acesso à internet). Por isso, apesar da impossibilidade de jogar ou sincronizar o meu iPod, ou mesmo procurar por música nova, não é suficiente para me calarem esta semana (apesar do modo "revisão")!


Portishead - Magic Doors

Terceiro single do 3º album e novamente temos direito a 12" etched para juntar à colecção. Esta foi a primeira faixa do disco pela qual me apaixonei (acho a batida brilhante e muito original) e é provavelmente a mais acessível ou, pelo menos, mais próxima do som que a banda nos tinha deixado antes dos 10 anos em off.


Radiohead - Weird Fishes

Os Radiohead também não param de lançar videos do último disco (para mal de certas pessoas). Este foi o vencedor de mais um concurso e também me pareceu muito bonito e estranho.


The Wombats - Is This Christmas?

Num registo mais apropriado à época, deixo-vos este single de Natal dos britânicos Wombats. Muito longe de Let's Dance to Joy Division, não deixa de ser simpático de uma forma bastante nerdy...

Pendurados

Diz que sim, que o PC do Bruno está fornicado de todo e não tem salvação. Como tal prevejo que ele vos deixe pendurados relativamente às habituais sugestões musicais vaudevilianas de fim-de-semana. Assim sendo, vão ter de levar com as minhas:


Jace Everett - Bad Things


Eric Cartman - Come Sail Away


LeAnn Rimes - Nothin Better To Do

23 novembro, 2008

Something for the Weekend XIV

Esta semana aproveito o facto de ter um desafio para responder para fugir ao facto de não ter encontrado qualquer vídeo novo para vos recomendar. Ou ando a procurar no sítio errado, ou isto anda mesmo muito parado.

A culpa não é certamente da Maria dos Devaneios que me lançou este desafio que até tem a sua graça.

1. Colocar uma fotografia individual nossa.


Como isto é suposto ser uma posta sobre música, têm-me aqui a tentar vender discos em nome da Ó Fialho! algures na Gare do Oriente...

2. Escolher uma banda / artista

Esta parte é que é muito difícil. Acho que vou subverter as regras e escolher vários... David Bowie, Nick Cave, PJ Harvey e Trent Reznor (ainda tentei com o Lou Reed, mas não estava fácil).

3. Responder às questões somente com títulos de canções da banda / artista escolhido.

És homem ou mulher?

Bowie: "Alladin Sane"
Cave: "Loverman"
Harvey: "Man-Size"
Reznor: "Big Man with a Gun"

Descreve-te

Bowie: "Rebel Never Gets Old"
Cave: "Thirsty Dog"
Harvey: "Meet Ze Monsta"
Reznor: "Me, I'm Not"

O que é que as pessoas pensam de ti?

Bowie: "God Only Knows"
Cave: "More News from Nowhere"
Harvey: "Who the Fuck?"
Reznor: "Another Version of the Truth"

Como descreves o teu último relacionamento?

Bowie: "Moonage Daydream"
Cave: "Still in Love"
Harvey: "Good Fortune"
Reznor: "The Only Time"

Descreve o estado actual da tua relação com a tua namorada ou pretendente

Bowie: "Golden Years"
Cave: "And No More Shall We Part"
Harvey: "A Place Called Home"
Reznor: "We're in this Together"

Onde querias estar agora?

Bowie: "Amsterdam" / "Fantastic Voyage"
Cave: "From Her to Eternity"
Harvey: "Down by the Water"
Reznor: "Adrift and at Peace"

O que pensas a respeito do amor?

Bowie: "Speed of Life"
Cave: "I Let Love In"
Harvey: "This is Love"
Reznor: "The Perfect Drug"

Como é a tua vida?

Bowie: "It's No Game"
Cave: "Wonderful Life"
Harvey: "Happy and Bleeding"
Reznor: "Happiness in Slavery"

O que pedirias se pudesses ter um só desejo?

Bowie: "Fill Your Heart"
Cave: "Lie Down Here (And be my Girl)"
Harvey: "Rub 'Til it Bleeds"
Reznor: "Closer"

Escreve uma frase sábia.

Bowie: "Hang on to Yourself"
Cave: "People Ain't no Good"
Harvey: "Oh My Lover"
Reznor: "Every Day is Exactly the Same"

Para não destoar totalmente das edições anteriores, deixo-vos dois vídeos (apesar de não serem novidades):



Esta cena da série Extras, ainda hoje me provoca pesadelos. Como devem compreender não é muito difícil eu encontrar semelhanças com o Ricky Gervais...


David Bowie - I'm Afraid of Americans

E este junta o primeiro e o último artistas da minha escolha.

17 novembro, 2008

Livros : Livrólicos Anónimos

Mais uma vez a falta de tempo não me deixa dar o destaque ideal aos livros que vou lendo e gostando. "Se este gajo não tem tempo, como é que consegue ler tanto livro?" poderão perguntar e com todo o direito. O facto é que aproveito todo e qualquer bocadinho de tempo que tenho para o fazer! Ele é pequeno almoço, casa de banho, etc. E se por acaso me encontrarem na rua, é capaz de não valer grandemente a pena chamarem por mim porque o mais provável é estar a andar, ler e ouvir música ao mesmo tempo! Digam lá se isto não muda o vosso conceito de alienado!

Numa tentativa de mudar um pouco a falta de tempo, estou a experimentar escrever estas linhas no meu telemóvel a bordo de um autocarro. Se a coisa correr bem, e não ficar sem saldo no cartão, é bem possível que passe a aumentar a frequência das postas. Vamos lá a ver.

Despachando esta introdução que já vai longa (se calhar as viagens de autocarro dão-me para a verborreia): seguem os livros recomendáveis que li entre as férias e aquele de que lhes falava há dias...

The Second Plane
Martin Amis

Este pequeno livro recolhe um conjunto de textos que o autor publicou um pouco por toda a imprensa Inglesa entre 2001 e 2007, e todos ligados directa ou indirectamente ao 11 de Setembro. Temos artigos de opinião, criticas, dois contos e o famoso artigo resultante do acompanhamento que fez à vida de Tony Blair nos seus últimos dias como primeiro ministro.

Como qualquer recolha deste tipo, existem textos que me dizem mais do que outros: o conto sobre os últimos dias de Muhammad Atta, a critica ao United 93 (provavelmente o texto mais emotivo do livro, em contraste claramente intencional com o tom do filme), e o referido sobre Blair foram para mim os pontos altos. Mesmo se alguns dos textos exigem um nível de conhecimento dos assuntos Árabes, nitidamente superior ao que a minha modesta cultura possui, o prazer que a escrita de Amis me proporciona leva-me a gostar até daquilo que não percebo.

The Weight of Numbers
Simon Ings

Deste autor já tinha lido dois livros (Hot Head de 1992 e Hotwire de 1995) que se inscreviam claramente no boom cyberpunk de finais de 80 inícios de 90. Guardo boas memórias de ambos (principalmente do primeiro), mas tenho a impressão que não transcendem o género em que se enquadram. Um excelente acolhimento critico (que também se verificou por cá quando da edição nacional) levou-me a ler este que se inscreve num campeonato completamente diferente.

Uma série de personagens perdidas ao longo do século XX servem de motivo para um retrato de época muito abrangente. Por aqui passam elementos tão dispares como o programa espacial dos EUA, a psiquiatria, o tráfego humano e acompanhamos alguns momentos históricos na pele das personagens que o vivem. Destes, o mais impressionante (e não apenas pela proximidade histórica ao nosso pais) é a descrição de Moçambique em plena guerra civil após a libertação do pais.

Sendo um pouco ambicioso demais para o seu próprio bem (a multitude de personagens e momentos deixou-me por vezes um pouco baralhado), está impecavelmente bem escrito e é muito original. Dada a sua complexidade estou a considerar seriamente uma segunda leitura.

Northline
Willy Vlautin

Tal como The Motel Life de que já vos tinha falado por aqui, este 2º livro de Vlautin também fala de pessoas com vidas extremamente infelizes. Neste caso a de Allison, uma rapariga jovem que sob a influência de um namorado abusivo e white trash de extrema direita, bebe regularmente até ao esquecimento. Pouco depois do início do livro decide começar uma nova vida num novo sítio e tentar alterar o seu sofrimento constante...

A escrita de Vlautin continua seca e bonita, e ainda temos direito a uma homenagem muito tocante ao recentemente falecido Paul Newman, que faz o ideal masculino da protagonista e com quem tem diálogos imaginários muito divertidos. Um hino à esperança e à persistência da raça humana que vem confirmar um excelente autor que só podia ser Americano.

I Play the Drums in a Band Called Okay
Toby Litt

Retrato de uma banda rock de médio gabarito chamada okay, e cujos membros usam doenças venéreas como nomes artísticos (Clap, Syph, Mono e Crab), é apresentada pelo autor como uma novela em histórias curtas, que percorre a totalidade (ou quase) da sua carreira. Apesar da previsibilidade do circo do rock & roll (drogas, alcool, groupies, divergências artísticas, etc.), consegue ser bastante humano e apresentar algumas preocupações que ocorrem aos restantes dos mortais e não se limitam aos deuses do rock.

Sendo do Toby Litt, só poderia estar muito bem escrito, mas ainda não é desta que ele faz um livro que eu ache verdadeiramente genial (aliás fica uns furos abaixo de algumas outras obras da sua autoria), mas se forem suckers por este tipo de história como eu, irão certamente dar o vosso tempo como bem gasto.

We Are Now Beginning Our Descent
James Meek

Autor de um dos meus livros favoritos de 2006 (The People's Act of Love saído em 2005), Meek é um jornalista premiado com artigos sobre Guantanamo Bay ou o Iraque. É precisamente inspirado nessa experiência que coloca no papel principal desta nova novela um jornalista de guerra, colocado no Afeganistão em Outubro de 2001. Divorciado e emocionalmente instável, é aí que conhece Astrid, também ela jornalista, e com quem enceta uma relação que o vai levar à volta do mundo.

Retrato muito fiel dos nossos tempos, coloca-nos perante um conjunto de questões morais de forma brutalmente eficaz (particularmente inesquecível é uma cena de jantar entre amigos em Londres), levando-nos a questionar até que ponto o mundo ocidental representa o bem. Não sendo tão devorável como o livro anterior, confirma Meek como um autor a seguir muito de perto.

Efeito Borboleta e outras Histórias
José Mário Silva

Coordenador da secção de livros do Expresso e colaborador permanente da revista Ler, José Mário Silva já nos tinha trazido em 2001 um livro de poemas intitulado Nuvens & Labirintos. Este Efeito Borboleta é uma recolha de pequenas narrativas (publicadas maioritariamente no suplemento DNA do Diário de Notícias), que juntam com sucesso o melhor da short story com um elevado poder poético.

Totalmente impossível de enclausurar em termos de estilo ou tema, o autor consegue com uma mestria de fazer inveja, pintar autênticos quadros a partir de meia dúzia de palavras. Também muito abrangente em termos de influências, é particularmente tocante a homenagem prestada a Raymond Carver em Quatro Pregos. Mais uma revelação nas letras Portuguesas a não perder...

Man in the Dark
Paul Auster

Como vem sendo hábito nos seus livros mais recentes, Auster escolhe mais uma vez um homem de alguma idade como protagonista, desta vez preso a uma cama na sequência de um acidente de viação que o obriga a estar imobilizado. Sofrendo de insónia e para passar o tempo, Brill conta-se a si próprio uma história em que os EUA estão em plena guerra civil.

Apesar de um pouco desequilibrado e de esta história paralela parecer um pouco inútil, a segunda parte do livro em que Brill revê traumas e felicidades do seu passado na presença da sua neta representa Auster no seu melhor e salva perfeitamente a obra. Pode ainda não ser o seu novo livro ambicioso porque espero desde The Book of Illusion, mas é um grande pequeno Auster.

14 novembro, 2008

Something for the Weekend XIII


Little Joy - Next Time Around

Os Little Joy são um novo projecto paralelo de Fabrizio Moretti (o baterista dos The Strokes), que nasceu num festival em Lisboa quando conheceu Rodrigo Amarante (da banda Brasileira Los Hermanos). O álbum homónimo já aí anda e, como podem ver pelo vídeo, é muito acústico e simpático. Curiosamente Moretti tem os Strokes tão enraizados, que até a cantar parece o Casablancas. Ou então é uma das mentes principais por trás da banda e não fica com os créditos de composição...


The Raconteurs - Old Enough

Consolers of the Lonely, segundo álbum deste projecto paralelo de Jack White (sim, o dos White Stripes), passou bastante despercebido quando da sua edição em Março passado. É um facto que não tem nenhuma daquelas faixas absolutamente viciantes que o Jack costuma conseguir (e como Steady as She Goes o single de estreia da banda), mas na sua totalidade é bastante superior ao primeiro. Talvez esta edição de um 2º single 6 meses depois venha a demonstrar isso mesmo.

09 novembro, 2008

Something for the Weekend XII


Ladyhawke - Paris is Burning

A grande notícia da semana é que, aquilo que por aqui foi referido como um concerto da Lykke Li, se transformou num pequeno "festival" de dois dias chamado Super Bock em Stock. Para além da referida Lykke Li, vamos ter esta Ladyhawke e ainda: El Perro Del Mar, Santogold, Zita Swoon, e os tugas Peixe : Avião e X-Wife (e isto são só as bandas que eu gostava de ver). Vai ser a 3 e 4 de Dezembro e os concertos vão acontecer em paralelo e a gravitar à volta da Av. da Liberdade (São Jorge, Tivoli, Maxime e Variedades).


The Dodos - Ashley

E parece que dois dias depois, a 6 de Dezembro também vamos ter estes senhores no Music Box. Digo parece, porque o concerto ainda não foi oficialmente anunciado por estas paragens, apesar de já estar no myspace da banda.


The Notwist - Gloomy Planets (Live)

Também gostava muito de ver estes ao vivo. E como as minhas "preces" por estas paragens se parecem ir realizando a pouco e pouco, vamos lá a ver se acontece. Ao verem este vídeo tenham calma porque, se a primeira parte vos parecer um pouco monótona, a segunda é absolutamente brilhante.

07 novembro, 2008

Separados à Nascença ?

Emplastro Dragão, Mirone Mentecapto


W., Retarded Stand-Up Comedian

05 novembro, 2008

Livro : Once Upon a Time in England (Helen Walsh)


Este segundo livro de Helen Walsh conta-nos a história de uma família atómica multi-racial (a mãe Malaia, o pai Irlandês cenoura, e os filhos uma bela mistura) ao longo de duas décadas (70 e 80). Neste intervalo de tempo há de tudo um pouco: nascimentos, dificuldades financeiras, traições, divórcios, crias na má vida, etc, mas consegue sempre fugir ao estereotipo e ao cliché. Começa e acaba com acasos de violência que alteram completamente a família e a sua forma de ver a vida. É sem dúvida um fiel retrato da época, mas em vez de se perder em nostalgia, tem mais tendência a fazer-nos agradecer que esse tempo tenha passado, mesmo apesar de os problemas que o livro retrata (principalmente o do racismo) ainda estarem longe de estar resolvidos nos nossos tempos.

Se no seu livro anterior (Brass de 2004) a atitude "Sex and Drugs and Technohouse" a apresentava como uma versão feminina do Irvine Welsh, com este livro a autora livra-se totalmente desse estigma. Tal como Robbie diz a meio do livro ao seu filho Vincent ("Write what you know. That way it will ring true."), Walsh escreve sobre o que conhece. Ela mesmo é filha de um casal com as mesmas caracteristicas que o do livro, e nota-se que a grande carga emocional do livro vem do seu mais intimo, resultando personagens verdadeiramente credíveis com que se consegue criar uma grande empatia. Quanto à prosa, sendo esparsa em enfeites, é extremamente eficaz e atinge momentos de uma esmagadora beleza.

Um Grande livro triste como já não lia há muito tempo...

Isto É Para Homens De Barba Rija

Não é para italianófilos abichanados de pila pequena

Era para ganhar só este! E não o outro no Domingo!




04 novembro, 2008

Glock

A solução ideal para teóricos da conspiração, maus perdedores e caramelos com azia generalizada.

03 novembro, 2008

Fumo Branco

Annuntio vobis gaudium magnum
Habemus Papam: Lewis Hamiltonum
(campione del mondo di formula 1)

01 novembro, 2008

Something for the Weekend XI

Mais uma semana sem grande coisa para mostrar, parece que depois da silly season de Verão, já começa a happy season do Natal, com carradas de compilações e muito pouca coisa de jeito. Olhando para a lista de lançamentos do Metacritic, o próximo disco que quero ouvir só saí a 20 de Janeiro. Vejo-me assim obrigado a lançar um dos trunfos que tinha guardado para este efeito: um especial "Concert à emporter". Esta série, lançada pela Blogotheque em 2006, consiste em gravar sessões acústicas colocando os músicos a tocar em circunstâncias fora do vulgar (como os Arcade Fire num elevador, ou o Sufjan Stevens num telhado). A ideia tem sido copiada por essa internet fora, e ao olhar para a lista de sessões e apesar do curto espaço de tempo decorrido, já se tem a impressão de se estar a ver um pedaço de história...


Bloc Party - This Modern Love

Na semana em que os Bloc Party lançaram o seu terceiro álbum (Intimacy), os rapazes da Blogotheque conseguiram apanhar o Kele Okerere à saída de um bar Parisiense e convenceram-no a fazer esta belíssima versão deste tema do 1º álbum (um dos meus favoritos). Quanto ao novo disco, é melhor que o anterior (A Weekend In The City), mas não apanha o Silent Alarm. É no entanto de notar a vontade de progredir da banda pela junção de mais elementos electrónicos.


Beirut - Nantes

Depois de cancelar uma tournée inteira (que passava por Lisboa) por motivos de cansaço, Zach Condon anunciou esta semana que vai lançar um conjunto de dois EPs em Fevereiro do próximo ano, um sob a designação de Beirut (March of the Zapotec) e outro como Realpeople (Holland). Um grande suspiro de alívio e o reavivar da vontade de o ver ao vivo...


Arcade Fire - Neon Bible & Wake Up

Destes senhores não tenho notícias depois de ter sido anunciado que alguns deles estavam a trabalhar na banda sonora do novo filme de Richard Kelly (Donnie Darko) intitulado The Box. A estreia está marcada para Março do próximo ano. É muito raro as bandas sonoras estarem ao nível do melhor dos seus compositores, mas sempre é melhor do que nada...

28 outubro, 2008

25 outubro, 2008

Something for the Weekend X


Absentee - Boy Did She Teach You Nothing

Avanço do segundo e belíssimo álbum Victory Shorts, este vídeo mostra a faceta mais rockeira desta banda Inglesa. Pessoalmente é nos temas mais calmos que a voz grave e muito roca de Dan Michaelson brilha verdadeiramente, mas não me queixo propriamente do resto...


The Dears - Money Babies

Mais uma banda Canadiana praticamente desconhecida, este é o primeiro single do 5º album (Missiles), um daqueles discos que melhora a cada nova audição. Este é um dos temas mais acessíveis, e vem acompanhado por um bom vídeo...


dEUS - Favourite Game

Tendo infelizmente perdido o concerto de Domingo passado na Aula Magna (quem lá esteve disse que foi muito bom), foi com bastante alegria que descobri este vídeo que representa razoavelmente bem a dinâmica dos Belgas ao vivo. Escusado será dizer que faz parte do último álbum Vantage Point...

24 outubro, 2008

Separados à Nascença ?

Josef Fritzl, Terror of the Basements

Adolf Fritz, Terror of the Rooftops

21 outubro, 2008

Frango à Kiev (Post à LR)

Com a preciosa ajuda do Espírito Santo

19 outubro, 2008

Something for the Weekend IX


Beck - Modern Guilt

Contrariamente ao que a critica generalizada andou a dizer, não achei o último disco do Beck melhor nem pior que os anteriores. De forma geral gosto sempre dos discos dele, achando que ainda não conseguiu igualar os seus dois clássicos: Odelay e Mutations. Este vídeo da faixa título do disco é sobejamente silly para merecer a visita...


Lykke Li - Breaking It Up (Alternate Live Video)

Na semana em que foi anunciada a vinda da Lykke Li a Lisboa para concerto em local a anunciar (4 de Dezembro), não posso deixar de dar algum destaque e recomendar a vossa aquisição de bilhetes para o que deverá ser um excelente concerto, pelo menos a julgar por esta versão "ao vivo em estúdio"...


Lykke Li - Dance Dance Dance (with Bon Iver)

...e por esta "ao vivo no meio da rua" com os Bon Iver.

18 outubro, 2008

Something For The Weekend (Special Edition)

Uma vez que o Bruno está atrasado com as suas sugestões habituais é a minha vez de vos dar música. A minha proposta é um poker com as amigas, bem regado a tinto e longe de olhares indiscretos, nem que para isso tenham de ir até à Bobadela ou à Cova da Piedade.

10 outubro, 2008

Something for the Weekend VIII (Tuga Special)


peixe : avião - a espera é um arame

Cinco rapazes de Braga, apadrinhados pelo Luxúria Canibal, e com uma sonoridade que faz lembrar tudo menos estreantes, deixam cair um excelente primeiro álbum chamado 40.02. Como acontece à maioria da boa música Portuguesa, passa praticamente despercebido no meio da catrefada de divas do fado, bandas inventadas pela TVI e as outras (des)coqueluches habituais.


X-Wife - On the Radio

Estes já não precisam de grande introdução nem de padrinhos, mas também me parece mais fácil terem mais sucesso lá por fora do que por cá. Aproveito para informar (não vá passar despercebido) que o terceiro álbum Are You Ready For The Blackout? já por aí anda. É um pouco mais do mesmo, mas porquê estragar o que funciona, não é verdade?


Foge Foge Bandido - Sempre a Pensar

Este novo projecto do Manel Cruz (ex-Ornatos Violeta, ex-Pluto), lançou um pacote muito bonito com um livro e dois discos (O Amor Dá-me Tesão e Não Fui Eu Que Estraguei). A música é igualmente bela e estranha e muito recomendada. Escusam de procurar porque (por motivos "estranhos") não está à venda em quase lado nenhum. Dêm antes um salto ao site oficial para ouvir melhor, e depois encomendar...

08 outubro, 2008

Top 10 - Actrizes de Séries de Televisão Recentes

#10 April Pearson, Inglesa, 19 anos, Skins


#9 Olivia Wilde, Americana, 24 anos, House M.D., The O.C.


#8 Hayden Panettiere, Americana, 19 anos, Heroes, Malcom In The Middle


#7 Jennifer Morrison, Americana, 29 anos, House M.D.


#6 Emma Pierson, Inglesa, 27 anos, Hotel Babylon


#5 Callie Thorne, Americana, 38 anos, Rescue Me, The Wire, Prison Break


#4 Meital Dohan, Israelita, 30 anos, Weeds


#3 Alexis Dziena, Americana, 24 anos, Invasion


#2 Evangeline Lilly, Canadiana, 29 anos, Lost


#1 Kaya Scodelario, Inglesa, 16 anos, Skins

05 outubro, 2008

Bite Me

Já não postava há tanto tempo que ainda me dava a vergonha na face e não gosto nada quando isso acontece. Não é que tenha assunto ou algo de interessante para dizer mas a Nicole cai sempre bem, é infalível. E às vezes há que saber defender e jogar pelo seguro...