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02 junho, 2009

18 maio, 2009

Cem Mil Visitantes

Hoje é o dia em que deixamos o rés-do-chão da blogosfera lusitana rumo à penthouse das coelhinhas farfalhudas. Bem o merecemos, quanto mais não fosse pelo facto de nos aturarmos mutuamente há tantos anos. O Contra Cultura é apenas a ponta da ponta do nosso iceberg criativo e em breve divulgaremos mais das nossas actividades como os workshops de feng shui e macramé, a nossa editora de filmes caseiros e a Fundação Para a Paridade Parideira na defesa do direito à gestação masculina.

Obrigado.

23 abril, 2008

Cinquenta Mil

Este blogue deixou oficialmente a infância e entrou na puberdade. Como tal vamos celebrar o acne, os pensos higiénicos e as emissões nocturnas.
Palmadinhas nas costas de parabéns ao Bruno e ao LR que, apesar da minha presença intimidante e dissuasora, conseguem manter fiéis as suas legiões de fãs.

15 março, 2008

Fotonovela : As Aventuras de Dário Valter

Graças ao enorme prestígio granjeado através da sua aparição nestas páginas contra culturais, Dário Valter tornou-se numa figura incontornável da sociedade portuguesa. Membro do jet set por direito próprio, Dário entregou-se de alma e coração às mais diversas filantropias e obras de caridade. Na foto é possível ver a sua visita ao orfanato "Casa do Jedi" nos arredores de Lisboa.
Sempre atento e consciencioso, Valter mudou de indumentária aquando da passagem pelos dormitórios femininos de modo a não ferir susceptibilidades.
Uma cobarde denúncia anónima de uma criancinha ingrata que referia "um chumaço maior do que uma lanterna de pilhas grandes" fez com que o Grupo de Operações Especiais cercasse e prendesse injustamente Dário Valter.
Apesar das maiores manifestações populares desde Abril de 1974 e de cedo se ter verificado que o chumaço não era mais, nem menos que o cabo do sabre de luz, a verdade é que de uns mesitos de prisão preventiva já não se livrou. Tempo durante o qual lhe foi atribuída a nada dignificante tarefa de limpar as latrinas.
Graças à pronta intervenção do Sr. Castanho, um fã incondicional, cuja pressão diplomática e embargo a produtos do Lidl resultou na queda do Governo Português, Dário viu o seu calvário dantesco finalmente terminar.
Magoado com os líderes do seu país, Valter zarpa rumo a Lanzarote, onde consegue passar despercebido e levar uma vida tranquila trabalhando como lambedor de selos na estação de correios de Arrecife.
Aos fins-de-semana dedica-se ao seu hobbie de infância e faz uma perninha nas boxes da Red Bull durante a temporada de Fórmula 1.
Durante uma corriqueira ida ao supermercado na companhia do seu melhor amigo, Palito Colchonero (Ed: Simão, volta!!!), tem uma ideia brilhante que mais tarde lhe irá proporcionar o Nobel em Marketing Vegetal e Publicidade Genital. Um pequeno gesto para um andróide paranóide, mas um salto gigantesco para a humanidade.
E eis que o Amor Acontece. Impressionada com mais este feito notável de Dário, a jornalista australiana Boobbie Redhead, que o tinha entrevistado no cativeiro, apaixona-se perdidamente pelo nosso herói do português macarrónico e da respiração ofegante e metalizada. Da auspiciosa união nascem os gémeos Lucas Dário e Leia Valter.

22 fevereiro, 2008

LR 18 : Videogame Monkey Nerd

A pedido de várias famílias, coloco aqui a primeira fotografia que tenho do muito misterioso LR. Os 16 são aproximativos porque se não estou em erro foi a idade com que recebi a minha primeira máquina fotográfica (uma Pentax K1000 que ainda preservo religiosamente). O local é o meu quarto em casa dos meus pais. O braço penso que é do Ilharco que era um amigo comum que não vejo há mais de 20 anos. A T-Shirt era o "pride and honour" do moçoilo e tinha sido ganha a escrever uma carta para um senhor chamado Gordo Greatbelly que era editor de uma revista chamada Computer and Video Games (C+VG para os amigos).

Penso que acertei nos factos todos, mas se não for esse o caso, tenho a certeza que "alguém" me irá corrigir...

De onde esta veio há mais (e então do Ervi, nem se fala). Mas se as quiserem ver têm de fazer o número de comentários exceder os 20...

P.S. - Afinal é aos 18 e o senhor da revista não se chamava Gordo Greatbelly, mas sim Keith Campbell...

05 dezembro, 2007

Marketing estúpido e racista? Viva os CTT!

Para quem anda alheado destas coisas, os CTT acabam de lançar a primeira rede móvel virtual cá no burgo. No fundo isto quer dizer que é a TMN, mas com nome e tarifário diferente. E que belo nome que foram escolher! Gostava de saber quem foram os idiotas dos criativos de branding que cagaram esta pepita... Parece-me que estão logo à partida a direccionar toda a marca para a ralé, mas posso ser eu que estou a ficar velho. Gostava de saber se alguma pessoa com um pouco de cultura e gosto seria capaz de aderir a esta trampa.

E para juntar à desgraça, a campanha de outdoors só apresenta pessoas de cor. Eu sei que as agências de publicidade insistem com os clientes para a inclusão desta etnia, mas ao utilizá-la exclusivamente numa campanha, ainda por cima nitidamente apontada para um mercado de classe baixa, não estarão a ser um bocadinho racistas?

A cereja no topo do bolo é no entanto uma afirmação que li numa notícia no site da TVI, segundo a qual os CTT desejam tornar-se o quarto maior operador móvel do país. Com tanto jeitinho, até estremeço só de pensar que confio a esta gente a entrega das minhas encomendas...