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27 março, 2009
01 março, 2009
Feira do Disco de Coimbra 2009
Nos próximos dias 7,8,9 e 10 de Março vai decorrer na Praça de República em Coimbra uma feira do disco e como não poderia deixar de ser o gangue da "Ó Fialho! Records" marcará presença com uma banca carregada de vinil para todos os gostos.
Gostamos muito de visitas e oferecemos cafés, imperiais e coiso e tal. Apareçam, mandem emissárias, façam o que quiserem mas não nos deixem sozinhos com os cromos difíceis dos coleccionadores!!!
Gostamos muito de visitas e oferecemos cafés, imperiais e coiso e tal. Apareçam, mandem emissárias, façam o que quiserem mas não nos deixem sozinhos com os cromos difíceis dos coleccionadores!!!
05 fevereiro, 2009
7PP : I'm Throwing My Arms Around Paris

Esta foto era boa demais para não entrar nesta rubrica.
Este novo single do Morrissey ainda nem saiu (só na 2ª e em países civilizados), mas deixo-vos aqui a capa interior. O novo álbum (Years of Refusal - 16/02) não está nada mau. Tem mesmo algumas músicas muito boas e vai crescendo devagarinho em mim (hem...). Mas não bate o You Are The Quarry. Aproveito ainda para dedicar esta posta ao LR (apesar de não merecer) e a todos os Amigos dos Smiths que por aqui se passeiam...
26 janeiro, 2009
7PP : Uno
Este é o primeiro 7" editado por estes moços, já vai quase para 10 anos. Desde essa altura em que eram comparados ininterruptamente aos Radiohead, e praticamente achincalhados por isso, tornaram-se uma das maiores bandas de rock da actualidade. A minha cópia foi comprada pouco tempo depois de o 1º álbum (Showbiz) sair, numa loja qualquer online que já deverá ter deixado de existir. Custou apenas 1£. Foi o início de uma bela colecção que actualmente contém todos os 7" da banda editados no mercado Inglês.Esta é sem dúvida a jóia dessa colecção, não só por ser o primeiro, mas por estar assinado (e não foi o JEF que tratou disso). Estávamos em 2002, tinha saído há algum tempo o Origin of Symmetry e havia uma grande superfície que na altura se preocupava em conquistar mercado e derrotar a concorrência (o que entretanto conseguiu, já não sendo necessário nenhum esforço). Os rapazes vieram a Lisboa dar concerto na Aula Magna e foram à tal loja dar uma sessão de autógrafos. Se fosse hoje seria a histeria completa. Eu estava lá e consegui apertar-lhes a mão e obrigá-los a assinar esta coisa. O Dominic e o Chris pareceram-me Ingleses normais e afáveis. Já o Matt Bellamy parecia estar noutro planeta. Não importa. Consegui o que queria. Já o concerto foi uma desilusão. Foram muito pouco comunicativos e o som estava demasiado alto para um espaço tão pequeno como a Aula Magna. Hoje já são um pouco grandes de mais para não me sentir um pouco envergonhado a admitir que gosto deles...
Muse - Uno
A Seguir: O Ervi conta-nos o dia em que conheceu uma Americana muito interessante na grande superfície que antes se esforçava...
21 janeiro, 2009
7PP : Cold Wind

Incluído no 2º volume da banda sonora do Six Feet Under (que nunca me cansarei de repetir que é a minha série favorita de sempre), este tema dos Arcade Fire não se encontra em mais nenhuma edição oficial. Mas não fica a dever nada a nenhum dos dois álbuns publicados pela banda até hoje. A letra é claramente sobre a morte de entes queridos, e apesar do tom triste dos seus primeiros 3/4, tem um final alegre como só os AF sabem fazer, e que nos parece dizer que apesar do sofrimento que sentimos, conseguiremos sobreviver e voltar a sentir a(lguma) felicidade. Como se isto não fosse suficiente, o vinil transparente com capa em acetato ilustrado liga que é uma maravilha, e torna o objecto esteticamente muito bonito e original.
Na preparação deste post, comprovei que a nossa memória nos prega partidas muito estranhas. Até ir à procura da cena final do SFU para colocar a seguir a este texto, estava totalmente convencido (estilo certeza absoluta) que este tema acompanhava a inesquecível cena final da série. Encontrei a cena, mas a música não correspondia, tendo concluído que afinal tocava na cena final do penúltimo episódio. No fundo fiquei com pena, porque a conjugação audiovisual das duas coisas seria pelo menos tão memorável como a minha memória.
Finalmente, e em vez da cena final da série, optei pela estreia ao vivo da música em San Francisco. A imagem está fraquinha, mas o som está estranhamente razoável...
11 dezembro, 2008
7PP : Sr. Peles
Para aqueles que não estavam à espera que eu começasse de imediato a avacalhar esta rubrica, deixem-me vos dizer que têm demasiada fé em mim.O Sr. Peles, famoso pelo seu prepúcio desmesurado (faz de conta), é um cromo recorrente nas pilhas de singles votados à indiferença por esse país fora. Figura de proa do faduncho popularucho e ordinareco do pós-revolução, Domingos Pereira é dotado de uma estampa física inconfundível, de uma dicção à Jorge Jesus e é um dos (muitos) avós biológicos do movimento "Pimba".
Seleccionei esta capa por causa do autocarro. O clássico 50 da Carris que fazia o percurso Algés - Cabo Ruivo e que durante quase duas décadas me levou por motivos desportivos, pessoais, universitários e profissionais até ao Campo Grande e de volta são e salvo.
Destaque ainda para a quarta e última música deste EP, uma pérola que dá pelo nome de "Vê Lá Se Te Dobras" e que ao som do tradicional Malhão contém o precioso verso: "olarilólé, não andas a pé, nem dobras a espinha!".
Se vos parecer que fui demasiado duro e crítico para com o Sr. Peles, não pensem que tenha a ver com qualquer tipo de snobismo ou com uma esmagadora superioridade intelectual. Não, nada disso, o problema é mesmo a segunda cançoneta "Benfica em Munique" que zomba com os 5 a 1 encaixados pelo Glorioso na noite de 17 de Março de 1976. E esse mau gosto é imperdoável, e como tal, quase 33 anos depois, aqui estou eu a servir a vingança fria.
09 dezembro, 2008
7 Polegadas de Prazer
Esta nova rubrica do Contracultura pretende prestar vassalagem a esse objecto mítico da música e do coleccionismo que é o 7 polegadas. Mais conhecido entre nós como o single, o 45 rotações, o EP ou "um disco dos pequenos", poucos haverá de entre vós que nunca tenham travado contacto intimo com, pelo menos, um exemplar.Durante muitos anos considerado como a versão para crianças do LP, o single resistiu a tudo e hoje para além de ser o formato de eleição dos grandes coleccionadores é também o meio de promoção preferido de muitos dos novos artistas que procuram criar um culto de seguidores.
Deliciem-se então com esta apresentação (a minha e a do Camané!). Ah! Fadista!
PS: Apesar do que o título deste post possa sugerir, 7 polegadas é o diâmetro de um single em vinil e não a altura do Camané
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